
Iniciei esse pensamento do dia analisando um texto que encontrei na net. Não um título qualquer, mas algo que procurava para a reunião do Evangelho no lar que costumo fazer todas as quartas-feiras.
Título do texto: As Penas
Assunto: boatos inventados e o comportamento deles na sociedade.
O texto trata do assunto como brincadeira de duas crianças. O quão inocentes podem ser ao imaginar que criar um boato e ver como ele se espalha é algo divertido? Seria uma forma diferente daquelas brincadeiras antigas em que costumávamos criar um pequeno barco de papel, ou pegar uma garrafa e uma rolha com um bilhete dentro, e colocar nas águas correntes do mar para ver até onde chegaria?
A diferença, muito bem exemplificada no texto, é que no caso do nosso pequeno barco, ou da garrafa, se conseguirmos alcançá-los, facilmente se elimina aquele "objeto" em movimento e nada mais se alterará no ambiente.
Duas pequenas garotinhas se divertiam criando esses boatos, e depois pediam desculpas à mãe dizendo que nunca mais o fariam. Pouco tempo depois tornavam a se divertir utilizando a vida dos outros como tela e a criatividade como pincel.
Certa vez, a mãe das garotinhas, pretendendo lhes fazer entender o quão grave era isso na vida das pessoas, chamou-as em um dia de muito vento. Pegou um travesseiro e pediu para que elas cortassem ele ao meio.
Dessa forma o fizeram e ficaram, as duas, maravilhadas, pois dentro havia muitas penas que, ao entrarem em contato com o vento, dançaram e rodopiaram fazendo, do quintal onde se encontravam, uma paisagem parecida com os globos de neve.
Após se divertirem muito com a situação, a mãe retira de um cesto de costura um travesseiro vazio e pede que as duas peguem as penas e coloquem todas dentro dele, pois gostaria de fazer um outro travesseiro.
As garotinhas, ao se depararem com tal pedido, tentam fazer a mãe entender que a tarefa imposta a elas seria impossível, pois o vento já tinha levado todas as penas e não conseguiriam recuperar todas.
Foi quando a mãe, sábiamente, revela sua lição. "Pois dessa forma se comportam os boatos criados. Por mais que se tente eliminar o mal feito, depois que saíram de nossas bocas se torna impossível tirá-los do ambiente."
Depois de pensar nesse texto e decidir colocá-lo de forma resumida, me veio alguns pensamentos não muito ligados à moral deles, mas também ao fato de utilizar a mente para motivos diversos e pouco produtivos.
Então aí vai um recado para algumas pessoas que, com certeza, se identificarão com isso... e as que não se encaixarem, podem refletir e passar pra frente...
Muitas pessoas já ouviram falar de Lei da atração, O segredo e outros métodos de conseguir alcançar seus objetivos e traçar metas. Ou seja, meios diferentes, inclusive, de impedir que a nossa mente crie pensamentos auto-destrutivos e comece a trabalhar em prol da gente.
Então pensei... O cansaço físico é muito bem recuperado com uma boa noite de sono, correto?
Já o cansaço mental não funciona dessa forma, mas só acontece quando a própria mente contribui para com que a pessoa fique cheia de pensamentos negativos, depreciativos e não condizentes com a lei natural da vida.
Agora, se analisarmos muito bem, quando estamos mentalmente cansados, normalmente é porque estamos realizando tarefas mentais das quais não gostamos, ou nos predismpomos a não gostar, mas quando pegamos algum texto ou direcionamos nossa atenção a algo que realmente gostamos, mal sentimos passar os minutos ou até mesmo horas.
Ou seja, a mente não se cansa de trabalhar, mas sim, se deixa pra baixo, angustiada, exaurida com os pensamentos negativos que nela cultivamos.
Portanto, não acredite que ficar parado, descansando o tempo todo, é uma forma de não se estressar, pois a vida é feita para ser produtiva. Aprender, ler, passar pra frente o que aprendeu e construir sua história com luta e dedicação.
Estude sempre, ensine o que puder e cultive bons pensamentos o tempo todo. Seguindo essas três idéias, é certo que uma palavra terá relação com a sua vida. SUCESSO.