quarta-feira, 19 de março de 2008

Uma estranha inimiga...


Pensando hoje... pude perceber que existe, nessa foto, uma grande pessoa, um ser muito iluminado e que, apesar de ter vindo à terra em um momento muuuito difícil, consegue lidar com isso da melhor maneira possível. Consegue mostrar ao mundo o verdadeiro significado da PAZ.

Mas de que estranha inimiga estou falando no título? Pois é... essa estranha inimiga é criada e desenvolvida junto de nós. Ela vai sendo moldada conforme nossa criação, nossa vivência e, infelizmente, conforme os medos de nossos pais... além dos que nós mesmos aprendemos a criar durante a vida.

Nossa inimiga é a mente.

Isso mesmo. Essa estranha "coisa" que, conforme a criação, insiste em manter, na nossa cabeça, pensamentos negativos, depreciativos. Pensamentos que nos fazem sentir cada vez pior... daí, quando lutamos contra ela, se mostra uma inimiga respeitável. Quando a acalmamos por um tempo, ela aguarda o melhor momento para retornar às antigas atividades com mais força...

Por esse motivo a necessidade de constante vigília... de saber lidar com ela, saber comandá-la e aprender, principalmente com esse grande homem da foto, a transformá-la em uma grande amiga.

A mente é uma ótima ferramenta se usada corretamente... e nos ajuda a superar qualquer coisa.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Apenas pensando...

Iniciei esse pensamento do dia analisando um texto que encontrei na net. Não um título qualquer, mas algo que procurava para a reunião do Evangelho no lar que costumo fazer todas as quartas-feiras.

Título do texto: As Penas
Assunto: boatos inventados e o comportamento deles na sociedade.


O texto trata do assunto como brincadeira de duas crianças. O quão inocentes podem ser ao imaginar que criar um boato e ver como ele se espalha é algo divertido? Seria uma forma diferente daquelas brincadeiras antigas em que costumávamos criar um pequeno barco de papel, ou pegar uma garrafa e uma rolha com um bilhete dentro, e colocar nas águas correntes do mar para ver até onde chegaria?

A diferença, muito bem exemplificada no texto, é que no caso do nosso pequeno barco, ou da garrafa, se conseguirmos alcançá-los, facilmente se elimina aquele "objeto" em movimento e nada mais se alterará no ambiente.

Duas pequenas garotinhas se divertiam criando esses boatos, e depois pediam desculpas à mãe dizendo que nunca mais o fariam. Pouco tempo depois tornavam a se divertir utilizando a vida dos outros como tela e a criatividade como pincel.

Certa vez, a mãe das garotinhas, pretendendo lhes fazer entender o quão grave era isso na vida das pessoas, chamou-as em um dia de muito vento. Pegou um travesseiro e pediu para que elas cortassem ele ao meio.

Dessa forma o fizeram e ficaram, as duas, maravilhadas, pois dentro havia muitas penas que, ao entrarem em contato com o vento, dançaram e rodopiaram fazendo, do quintal onde se encontravam, uma paisagem parecida com os globos de neve.

Após se divertirem muito com a situação, a mãe retira de um cesto de costura um travesseiro vazio e pede que as duas peguem as penas e coloquem todas dentro dele, pois gostaria de fazer um outro travesseiro.

As garotinhas, ao se depararem com tal pedido, tentam fazer a mãe entender que a tarefa imposta a elas seria impossível, pois o vento já tinha levado todas as penas e não conseguiriam recuperar todas.

Foi quando a mãe, sábiamente, revela sua lição. "Pois dessa forma se comportam os boatos criados. Por mais que se tente eliminar o mal feito, depois que saíram de nossas bocas se torna impossível tirá-los do ambiente."

Depois de pensar nesse texto e decidir colocá-lo de forma resumida, me veio alguns pensamentos não muito ligados à moral deles, mas também ao fato de utilizar a mente para motivos diversos e pouco produtivos.

Então aí vai um recado para algumas pessoas que, com certeza, se identificarão com isso... e as que não se encaixarem, podem refletir e passar pra frente...

Muitas pessoas já ouviram falar de Lei da atração, O segredo e outros métodos de conseguir alcançar seus objetivos e traçar metas. Ou seja, meios diferentes, inclusive, de impedir que a nossa mente crie pensamentos auto-destrutivos e comece a trabalhar em prol da gente.

Então pensei... O cansaço físico é muito bem recuperado com uma boa noite de sono, correto?
Já o cansaço mental não funciona dessa forma, mas só acontece quando a própria mente contribui para com que a pessoa fique cheia de pensamentos negativos, depreciativos e não condizentes com a lei natural da vida.

Agora, se analisarmos muito bem, quando estamos mentalmente cansados, normalmente é porque estamos realizando tarefas mentais das quais não gostamos, ou nos predismpomos a não gostar, mas quando pegamos algum texto ou direcionamos nossa atenção a algo que realmente gostamos, mal sentimos passar os minutos ou até mesmo horas.

Ou seja, a mente não se cansa de trabalhar, mas sim, se deixa pra baixo, angustiada, exaurida com os pensamentos negativos que nela cultivamos.

Portanto, não acredite que ficar parado, descansando o tempo todo, é uma forma de não se estressar, pois a vida é feita para ser produtiva. Aprender, ler, passar pra frente o que aprendeu e construir sua história com luta e dedicação.

Estude sempre, ensine o que puder e cultive bons pensamentos o tempo todo. Seguindo essas três idéias, é certo que uma palavra terá relação com a sua vida. SUCESSO.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

RAMBO IV



Isso mesmo... O homem está de volta.

Eu havia preparado todo um texto falando sobre Rambo e Rocky... mas como muitos aqui na net já devem ter passado por isso... terminei o texto e, na hora de publicá-lo, algum botão "cretino" ou seqüência desconhecida fez com que o texto fosse todo embora.

Após apertar 50 vezes o CTRL+Z, tentar o CTRL+V pra ver se o texto conseguiu ser salvo por obra e graça do homem lá de cima, infelizmente isso não aconteceu... Como já são 1:21 da madrugada e eu não estou nem um pouco "animado" pra escrever tudo novamente, farei um resumão...

Estou analisando há poucos anos a obra de Stallone mais a fundo, e pude perceber que as personagens Rambo e Rocky, que apresentam personalidade contrárias, mas com mensagens profunadas e muito inteligentes, deveriam ser levadas um pouco mais a sério.

Rambo, um veterano do Vietnã desorientado, que segue de um lugar para o outro tentando se encontrar após perder todos os seus amigos, a maioria na guerra, e ser considerado como um "inimigo" por aqueles a quem ele foi à guerra defender.

Rocky, não apenas um lutador de box, mas um mestre na maneira de como levar a vida. Seus ensinamentos, principalmente no filme Rocky Balboa são demais. A cena da conversa dele com o filho me emociona até hoje. E quem nunca perguntou o por quê de ele nunca haver dado aquele soco merecido no Paulie? Pois é, a explicação das cenas em que o final não foi o soco é que a personagem Rocky sempre conseguia parar antes da explosão emocional e pensar o quão importante aquela pessoa é pra ele, e não agia.

Enfim... poderia ter colocado muito mais informações e comentários a respeito, mas fiquei chateado por perder o texto....

Termino com a recomendação desses filmes, pois, ao contrário de muitos que costumam cair na maldição que transforma toda a seqüência em filmes fuleiros.... esses dois conseguiram fechar com chave de ouro as histórias desses personagens que, até hoje, têm muito a nos ensinar.... recomendo..

(Obs: Rambo IV eu recomendo pra quem gosta de ação e possui estômago forte, pois o filme é muuuito bom... mas é pesado hehehe)

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Sua Majestade O GUARDIÃO...

Às vezes sinto vergonha de mim mesmo ao imaginar que poderia colocar em palavras simples tudo o que alguém como ele, ou como eles, significa para pessoas como eu.
Talvez seja apenas um outro alguém, parado no escuro, a nos olhar de longe e, muitas vezes, nos reprovar sem mesmo indicar um franzido na testa, ou um movimento sequer em seus lábios.

É uma figura que traz uma energia fria, arrepiante, solitária e muitas vezes curiosa. Por quê será que nos segue? Quais serão seus mistérios? Por que não pode se revelar ou, se o faz, por que, então, não nos apresenta seus reais objetivos? Será que, até mesmo ele, não sabe?

Temo diante de tais mistérios, mas o que mais me amedronta é pensar que, um dia, ele pode não estar lá. Que estranha dependência é essa que existe entre nós e eles? Por que saber dessa existência é tão estranho a nós, mas, depois de conhecida, passa a ser necessária, amiga, companheira? Quem sabe, muitas vezes, seu melhor amigo diante de tantos problemas à frente.

É, meus amigos, coloco aqui, como primeiro texto, uma pequena homenagem à esse guardião, que nos abre o caminho, e cuida de nosso destino. Um grande pai que nos sustenta e ajuda a seguir em frente, mas, também, sabe puxar nossa orelha quando necessário.

Seria um ser perfeito? Longe disso. Ele se assemelha mais àquela figura do lobo solitário que todo garoto sonha ser quando visto no cinema. Com toda aquela expressão de dono do próprio caminho, posturas e expressões invejáveis e, até mesmo, experiência de vida na caminhada pelos piores becos, ruas e cantos escuros.

Sim, ele esconde uma vida de muitos erros, alguns, até mesmo, se envergonham do que fizeram e lutam arduamente para conseguirem retirar de tão solitários ombros, o peso da Lei Divina, a dor do karma a ferir suas consciências com as lembranças das vidas por que passou e desperdiçou.

Vocês devem estranhar a escolha do tema como texto inicial do meu blog.
Pois é. Sou mais um guerreiro da vida. Mais um lutador contra os preconceitos da sociedade. Mais um servo da espiritualidade tentando, em meio a tantos desafios, ignorar as dificuldades alheias, ser aceito como praticante de uma religião apenas "diferente" e acender uma pequena luz em meio a esse mundo cercado de tristezas e interesses.
Sim. Sou um Umbandista. E não seria assim reconhecido se, em primeiro lugar, antes de realizar qualquer tarefa importante no lado espiritual, ou mesmo na minha vida, deixasse de pedir licença a Exú.

Saravá Exú. Saravá todos os Guardiões.